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PPD: Psicanálise pela Palavra de Deus

Postado por Roberto Marques,

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até à divisão da alma, e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hb 4.12).


Muitos dos que buscam o sucesso no trabalho são tolhidos pela timidez, pelo medo, pela sensação de incapacidade, por idéias pessimistas. Estes são sintomas de doenças psíquicas, males da alma.

A Psicanálise é uma ciência que se ocupa dos conteúdos traumáticos, de fixações nefastas guardadas no subconsciente da pessoa, que perturbam a sua paz e auto-realização. A cura pela Psicanálise, no entanto, pode exigir bastante tempo. Ninguém se sente à vontade em relembrar traumas, mexer em feridas ou expor vergonhas. É por isso que, na maioria das vezes, a relação analista-analisado se estende por anos, ou acaba em frustração.

Não me entenda mal. Não estou negando a validade ou eficiência do método psicanalítico tradicional, estou apenas apontando um caminho mais curto e rápido: a Psicanálise pela Palavra de Deus - PPD. Afinal, quase dois mil anos antes de Sigmund Freud (1856-1939) inventar a Psicanálise, Jesus já utilizava a Palavra para curar os males da mente com resultados imediatos.

A PPD é um método que elimina o tempo e despendido para encontrar a causa do mal, isto é, não necessita revolver o passado, perguntar o que aconteceu. É um método de resultado imediato. Na PPD é suficiente que o analisado queira se libertar das atitudes malignas que o aflige. O fundamental é a autodeterminação aqui e agora. O necessário é a pessoa saber o que quer que aconteça. Então, a Palavra completa a operação curadora: - “Vai em paz, a tua fé te curou.”, quer dizer, o teu desejo, a tua expectativa de cura será atendido.

A premissa fundamental para a PPD é a de que o analisado precisa acreditar na Palavra, como acredita no efeito curativo de algum medicamento. A esse quesito, Jesus chamava de fé. Fé – para Jesus - significava “crer na realização da palavra” (Mc 11.23). Se for necessário, o analista deve preparar o paciente para acreditar na Palavra (Mt 15.21-28;9.27-31). A Bíblia ensina: “De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus” (Rm 10.17).

A Palavra adentra as profundezas da alma, e do espírito e arranca as fixações malígnas e traumas. A Palavra não encontra obstáculo. A Palavra é grande força curadora. A palavra é infalível. O rei Davi não foi psicanalista, mas acreditava no poder curador da Palavra. “Ele enviou a sua palavra e os curou” (Sl 107.20). O sábio Salomão também cria na cura pela Palavra: “A língua do sábio traz a cura” (Pv 12.18- NVI). O apóstolo Tiago, escreveu: “A oração feita com fé curará o doente” (Tg 5.15- NVI). Toda oração da fé é feita pela Palavra.

“Pela Palavra foram feitas todas as coisas” (Jo 1.3). A Palavra é poder criador. A Palavra é a própria determinação divina. A Palavra exige que venha à existência o que se falou. A Palavra é o Verbo, o Verbo é Deus. De Jesus está Escrito: “E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (v.14). A Palavra de Cristo produz vida, se tão somente crermos nela.

A vagarosidade é o inimigo número um do enfermo. A Palavra, para Jesus, tinha força curadora imediata. Todos os que se aproximaram de Jesus com fé, pedindo a cura de seus males, foram curados imediatamente (Mr5:29;Mt17:18;Lc13:13;Jo5:9;At3:7), não importando a gravidade e nem o tipo de doença. Fosse ela psicológica ou física, a cura produzia-se num instante. Nem mais um minuto de sofrimento.

Não perca mais tempo. Tome posse, agora mesmo, da Palavra de Deus e seja curado: "Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados." (Is 53.4)

Estabilidade no Trabalho é a Morte

Postado por Roberto Marques,

Milhares de trabalhadores vivem entediados e, ao mesmo tempo, defendem tenazmente o que as fazem prisioneiras do tédio: o medo do desconhecido.

Fala-se muito em "medo do desconhecido", mas pouco se fala do "tédio do conhecido", do fastio da rotina, do aborrecimento do previsível, da monotonia do estável. Muito se fala da vida vivida "como se deve" e não da vida vivida "como se deseja" ou "como se gostaria".

Existe um princípio de vida que muitos negligenciam: o princípio da Não-contradição Existencial. Ele reza o seguinte: “É impossível sentir-se seguro e sentir-se vivo ao mesmo tempo. A alma da aventura é o inesperado, o desafio, a ameaça” (J.A. Gaiarsa). Sentimos-nos vivos quando somos estimulados de diferentes maneiras. A monotonia é a morte em vida.

As pessoas lutam contra o que mais desejam, lutam contra aquilo e somente aquilo que lhes permitiria sentirem-se vivas: o desconhecido.

Abraão, o patriarca dos israelitas, teve de ir para um lugar que ele não conhecia antes de experimentar o sucesso (Gn 12.1,2). José experimentou um sucesso extraordinário em outra nação... o Egito (41.39-44). Rute libertou-se do seu passado estável em Moabe e rumou com Noemi para Belém, conde encontrou Boaz, um homem rico, e se casou com ele (Rt 1.16-19; 4.13).

Igualmente, se quisermos experimentar o sucesso incomum que desejamos, temos que ir a algum lugar onde nunca estivemos. Este é o primeiro princípio da Lei do Sucesso.

Desemprego faz mal a saúde

Postado por Roberto Marques,

Quem está doente não pode trabalhar e quem não trabalha não tem recursos para manter-se saudável. Um círculo vicioso que precisa ser rompido porque ao custo pessoal acrescenta-se o custo social.

Existe uma relação direta entre desemprego e doença. Segundo uma PESQUISA DATAFOLHA a perda do trabalho regular “faz mal, muito mal, à saúde”.1


A Bíblia reconhece o uso apropriado dos recursos médicos (Lc 10.34;1Tm 5.23;2Rs 20.7) e valoriza os médicos (Mt 9.12;Cl 4.14). Entretanto, a despeito dos grandes avanços da Medicina, a realidade é que a maioria da população padece sem qualquer assistência médico-hospitalar.


A BOA-NOTÍCIA é que a morte de Cristo trouxe além da salvação - sem dúvida o maior de todos os dons - a cura física para o pecador. As Escrituras afirmam que na cruz do calvário, Jesus tomou sobre si os nossos pecados, as nossas dores, as nossas fraquezas e as nossas enfermidades (Is 53. 4,5). “É indubitável que a cura dos males físicos faz parte da redenção” (Marilyn Hickey).2


Segundo Benny Hinn, a “cura não é o resultado do que fazemos, e sim o resultado do que já foi feito por Cristo. [...] NA CRUZ JESUS CARREGOU nossos pecados e as conseqüências de nossos pecados. [...] As Escrituras são claras: Jesus não somente morreu para levar os nossos pecados; Ele morreu para levar as nossas doenças. [...] Cura demonstra o poder do seu sangue. À morte de cristo na cruz não foi só por sua salvação, mas para a sua cura.”3

Jesus continua curando. A habilidade de Jesus para fazer milagres não é e nunca foi restrita a certo período de tempo na história da igreja. Em Hebreus 13.8, Deus declara que: “Jesus cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente”.

“Há grupos integrantes do corpo de Cristo que dizem que Jesus não está efetuando curas nos dias de hoje. No entanto, o Senhor continua a curar as multidões" (Marilyn Hickey).4 “Milagres ainda acontecem! E eles estão disponíveis para você e para mim” (Benny Hinn).5

1. ZERO HORA (RS). Desemprego e doença. Publicado em 20/12/2008. Disponível internet.
2. Marilyn Hickey. Jesus cura. Rio de janeiro: Adhonep, 1994, p. 52.
3. Benny Hinn, O milagre da cura. São Paulo: Editora Bompastor, 2008, p. 13,47,79.
4. Marilyn Hickey, idem, p. 168
5. Benny Hinn, idem, p. 8

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