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TRABALHO E MORTE

Postado por Roberto Marques,

      Podemos não ter certeza se iremos casar, ter filhos, abrir um negócio ou fazer fortuna, mas uma coisa é certa: morreremos. Da morte ninguém escapa. Todos a experimentarão, mais cedo ou mais tarde.
      O filósofo Michel de Montaigne (1533-1592) disse, com razão, que “quem ensinasse os homens a morrer os ensinaria a viver”. Em refletindo sobre a morte, refletimos sobre a vida. Somente com uma clara e constante consciência da nossa condição de mortais, finitos, contingentes, vulneráveis é que podemos viver intensamente e apreciar realmente a vida. Não desperdiçando o pouco tempo de que dispomos, porque cada instante é irrecuperável; e revendo as prioridades e valores de nossa existência como o acúmulo de posses e cuidados cotidianos, dos quais freqüentemente somos escravos.

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17.5).

Todo ser humano gostaria de ter uma vida marcada pela estabilidade, previsibilidade e proteção. Mas a realidade hoje é outra. Segundo José Pastore (2009): “[...] a vida segura está ficando cada vez mais longe. O velho emprego fixo, que a pessoa exercia anos a fio na mesma firma, e nele se aposentava, é quase peça de museu.”

No novo mundo globalizado em que vivemos as leis de proteção ao emprego não valem mais quase nada. A realidade brasileira é um exemplo de que o mercado de trabalho está desamparado. Ninguém mais está seguro em lugar nenhum. Da noite para o dia milhares de trabalhadores são despedidos sumariamente. Para quem tem mais de quarenta anos pode ser o fim do emprego. Quem conseguiu se aposentar terá que viver com um salário que mal dá para os remédios.

Os trabalhadores precisam ser protegidos. Afinal, eles têm família para sustentar, ficam doentes, envelhecem e morrem. Todos deixam viúvas, viúvos, filhas e filhos que precisam de proteção. E de onde virá essa proteção? Com certeza não será de seu patrão ou do Governo, mas de Deus.

Deus é o único que pode sustentar os seres humanos (Hb 1.3), “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos.” (At 17.28; cf. Sl 36.6; 147.9). Somente em Deus há estabilidade (Ml 3.6) e segurança (Pv 3.26). É de Deus que vem a provisão (Gn 22.14), o socorro (Sl 46.1) e o sucesso (Ne 2.20).

Esse é o grande desafio do trabalhador: trocar a fé na criatura pela fé no Criador (Rm 1.18-25). Nessa trajetória, o seu foco se modifica. Em vez de buscar segurança no homem e em suas instituições, a busca no Senhor.

Para a maioria, “ter um emprego estável” ou “ser um funcionário público” ainda é um ideal de vida profissional. Entretanto, pesquisas mostram que o número de empregos formais diminui a cada dia e as vagas no serviço público estão cada vez mais raras e disputadas. Mais do que isso, o novo mundo do trabalho exige uma nova postura profissional: o empreendedorismo, isto, é, ser patrão de si mesmo.

Aqueles que nasceram e aprenderam a trabalhar no mundo da estabilidade, estão sendo desafiados a viver no mundo sem ela. É uma mudança profunda. Poucos estão fazendo essa travessia.

1. José Pastore. A proteção do trabalho no futuro. http://www.josepastore.com.br/artigos/rt/rt_105.htm. Capturado em: 01/04/2009.

Trabalho e Idolatria: o principal problema

Postado por Roberto Marques,

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17.5).

A idolatria cria inúmeros problemas e o principal deles é o afastamento de Deus (Ez 14.4,5).

A partir do momento que a pessoa começa a confiar num ídolo, ela passa a viver para ele e por ele. Com o tempo, a Bíblia vai ficando de lado e não se precisa mais de Deus, porque já existe um emprego que, supostamente, é uma segurança. Isso gera certa independência de Deus; porque o crente já tem o seu ídolo, o seu deus consigo: o emprego – a "estabilidade", o “salário garantido no fim do mês”.

O trabalhador cristão precisa substituir seu culto ao falso deus "Emprego" pela adoração ao verdadeiro Deus Jeová. Tomar a decisão de colocar Deus no centro de sua vida profissional. Não permitir que qualquer coisa criada ocupe o lugar que pertence somente ao Criador. Se afastar de todo trabalho que diminua a importância de Deus em sua vida.

Idolatrar o emprego (coisa comum em nossos dias) é, portanto, além de uma agressão ao bom senso, o descumprimento de um conselho de Jesus (Mt 6.33). Fazer de Deus o primeiro significa deixar de lado idéias, pensamentos e crenças que tirem de Deus a soberania sobre a nossa vida. “Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus” (Sl 96.5).

Infelizmente, muitos cristãos estão idolatrando ídolos de carne e osso e se esquecem de seguir o único que é inabalável e incorruptível: Jesus. O único realmente que pode lhes dar a segurança que precisam (Hb 1.3; At 17.28).

Quando não se busca estabilidade, segurança e proteção diretamente com Deus o resultado é a escravidão (Ex 20.2,3). Quando se concede um lugar de supremacia a algo ou alguém o fim é o desapontamento e a dor (Jr 17.5 ,6).

Mas está Escrito: “Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão não se fadiga, nem deixa de dar frutos.” (jr 17.7,8).

Essa maravilhosa promessa é para você também. Creia.

Trabalho e Idolatria: adorando o deus Dagom

Postado por Roberto Marques,

"Novamente o trasportou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu deus adorarás, e só a ele servirás." (Mt 4.8-10).

Na antiguidade, os filisteus, vizinhos de Israel, cultuavam o deus Dagom. Os filisteus esperavam que seu deus lhes concedesse boas colheitas e grandes pescarias, o que significava abundância e prosperidade. O culto a Dagom era celebrado com orgias sexuais, sacrifícios de crianças e festas regadas a álcool e alucinógenos, para conquistar o poder dessa deidade em seu favor.

Hoje a cultura popular não mudou muito. A maioria das pessoas não mais se curva diante de estátuas de pedra ou derramam sangue de crianças em busca de “abundância e prosperidade”. Mas o espírito de Dagom (na verdade Satanás) ainda continua ocupando o lugar central na vida de milhões de trabalhadores. A corrupção, a imoralidade e o sacrifício da família, principalmente dos filhos, continua sendo o preço pago pelo sucesso.

Milhares estão servindo ao Emprego como a um deus que pode lhes trazer o sucesso. Entretanto, assim com aquele deus de antigamente esses trabalhadores se tornam insaciáveis, repugnantes, cruéis e raivosos. O salmista escreveu acerca dos ídolos: “Tornam-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam” (Sl 115.8).

Jesus alertou os discípulos contra esse tipo de ídolatria (Mt 6.24). Um dia Satanás foi a Jesus e mostrou-Lhe “todos os reinos do mundo e a glória deles”, e Lhe disse: “Tudo isso te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4.8,9). Dinheiro, fama e poder. Tudo poderia ser de Jesus se tão somente Ele adorasse o diabo. Mas Jesus ordenou a retirada de Satanás citando as Escrituras: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” (v10).

O apóstolo Paulo observou o mesmo fenômeno em seus dias. Por isso, escreveu: “[...] o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes” (Rm 1.28). A lista dessas “coisas inconvenientes” inclui injustiça, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade, difamação, calúnia, insolência, soberba, presunção, desobediência aos pais, insensatez, perfídia, ausência de afeição e de misericórdia (Rm 1.23,28-31).

Infelizmente, esta também é a triste realidade que se vê imperar no mundo dos negócios em nossos dias.

Paradigma sobre Trabalho e Religião

Postado por Roberto Marques,

"E, tudo quando fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens..." (Cl 3.23).

Muitos cristãos têm dificuldade para relacionar os trabalhos que normalmente realizam como meio de subsistência, como a obra missionária que Deus lhe deu.

Para muitos crentes "religião e trabalho não se misturam". A Religião atenderia as necessidades espirituais das pessoas enquanto o Trabalho atenderia as necessidades materiais. Religião seria um campo opcional, que permitiria a cada um praticá-la ou não. Trabalho, uma tarefa obrigatória, realizada por todos pela necessidade de sobrevivência, o mínimo possível.

Esse pensamento reflete a visão de que o ambiente de trabalho é “o mundo”, e os cristãos precisam aprender a estar no mundo, sem ser do mundo. “Separe-se do mundo e seja santo”, essa ainda é a pregação de muitos pastores. Tais crenças tornam-se fortaleza na mente de muitos crentes.

A verdade é quie às vezes, somos chamados para servir a Deus em tempo integral nos ministérios da Igreja como fez com Pedro, João, Mateus e Lucas, mas nem sempre isso é necessário. Jesus pode te chamar como profissional no mundo do trabalho como fez, por exemplo, com José de Arimatéia, Cornélio, Lídia, Dorcas, Áquila e Priscila. Não importa se o indivíduo foi chamado para ministrar no ambiente eclesiástico ou profissional, certamente Jesus fará dele um ganhador de almas para o Seu reino.

Jim Dunn (2002) concorda com a conexão entre Religião e Trabalho. Ele escreve:
[...] somos tentados a considerar determinados trabalhos, como cargos na igreja, ensino e assistência médica, como atividades mais importantes do que o trabalho no comércio e na indústria. No entanto, os que são chamados ao local de trabalho devem entender que o chamado que receberam não é menor quando comparado ao de um funcionário da igreja que trabalha período integral ou de um missionário.1

O paradigma do “trabalho como um mal necessário” parte do pensamento de que o mundo é inimigo da religião.2 O trabalho passa a ser encarado por dois extremos: a razão de ser da própria vida dos incrédulos; e coisa sem valor para os crentes. O que, segundo o apóstolo Paulo, é um erro. Porque "tudo" o que fazemos (isso inclui o Trabalho), fazemos "como ao Senhor".

1. Jim Dunn. Guia de sucesso no trabalho. Rio de Janeiro: Danprewan, 2002, p.49.
2Paradigma: (do grego Parádeigma) modelo, padrão a ser seguido. Uma forma de pensar um aspecto da realidade. Uma maneira de entender, de perceber, de agir, a respeito do mundo. Duas pessoas podem chegar a conclusões diferentes sobre um mesmo fato, pela simples razão de possuírem paradigmas diferentes.

"Posso todas as coisas naquele que me fortalece" (Fp 4.13)

Ninguém diga: Não posso superar minhas limitações físicas, sociais ou geográficas. Quem chega a esta conclusão, certamente nunca será um vencedor. A impossibilidade está em nossa própria vontade. Se não quisermos não conseguimos.

Todos nós, com maior ou menor intensidade, temos sentimentos de inferioridade. É este um sentimento de desamparo que faz que uma pessoa se sinta incapaz e sem esperança. O que é natural em todo ser humano. Porém, em nove entre dez pessoas esse sentimento de piedade por si mesma assume proporções doentias. Indivíduos supersensíveis, cujas inferioridades bloqueiam o seu caminho para o sucesso.

Muitos por causa de alguma incapacidade física ou social deixam-se dominar por maiores sentimentos de inferioridade do que outros. Não satisfeitos com um empecilho, complicam as coisas ainda mais, adquirindo mais uma aflição – um tipo de invalidez derivada do sentimento de autopiedade. Fazem de sua limitação o único interesse da sua vida. Mergulham dentro de um mundo todo seu, afogado pelo sentimento de amargura e autopiedade.

Por outro lado, existem aqueles que supercompensam os seus empecilhos através de uma dedicação árdua para alcançar o seu ideal na vida. Conhecemos inúmeros exemplos de indivíduos cujas deficiências ou limitações lhes deram impulso para alcançar realizações acima do comum. No esporte, nas artes, na ciência e nas mais variadas áreas de atuação, homens e mulheres brilhantes fazem sucesso, a despeito de suas limitações motoras e origens humildes.

Inspiremos-nos naqueles que conseguiram vencer suas próprias fraquezas e deficiências, chegando a igualarem-se e até mesmo sobrepujar os que a natureza ou a sociedade melhor haviam favorecido.

Trabalho e Pessoa com Deficiência

Postado por Roberto Marques,

“E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? Ou quem o fez mudo, ou surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar” (Ex 4.11).

A despeito do que os familiares, as autoridades, as entidades ou empresas possam ou não fazer para promover os direitos da pessoa com deficiência, o Senhor não as deixou órfãos, desamparados, à mercê das injustiças sociais.

Infelizmente, mais que uma deficiência física ou mental, muitos estão paralisados pelo sentimento de autopiedade. Por outro lado, vemos diariamente milhares de pessoas superarem todos os tipos de deficiências conquistando grandes vitórias em todos os ramos de atividade profissional. Indivíduos que apesar das limitações impostas pela natureza alcançaram realizações acima do comum.

No mundo, milhões de portadores de deficiências constantemente nos surpreendem com seu talento, sua criatividade e sua determinação em superar obstáculos dos mais diversos graus e naturezas. Pessoas que, freqüentemente, sobrepujam todos os tipos de limitações e alcançam grandes vitórias. No esporte, na política, na educação, nas artes, na ciência, temos inúmeros exemplos de peesoas com deficiências que venceram desafios e superaram limites. Benfeitores da humanidade que conquistaram reconhecimento e fortuna.

Na área das ciências não podemos deixar de registrar o exemplo do famoso físico britânico Stephhen W. Hawking (1942- ), doutor em Cosmologia que superou as limitações impostas pela cadeira de rodas e conseguiu ocupar a cátedra que foi de Sir Isaac Newton, na Universidade de Cambridge. O internacionalmente conhecido arquiteto Oscar Niemeyer (1907- ), ao completar 100 anos de idade continuava à frente de vários projetos no país e no exterior.

Aqueles que conseguiram vencer suas próprias fraquezas e deficiências, chegando até mesmo sobrepujar os que a natureza ou a sociedade melhor haviam favorecido, são inspiração para todos os seres humanos.

Sigamos o exemplo desses homens e mulheres comuns que se fizeram paradigmas para a humanidade. Se eles conseguiram sobreporem-se a todas as adversidades, também conseguiremos.

“A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9).

O apóstolo Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos – um ancião para os padrões de sua época, quando fez sua última viagem missionária. Ele precisava da assistência integral de um companheiro de viagem por causa de seu problema de visão. Paulo aqui acumulou a limitação da idade avançada com uma deficiência visual. Mas ele não se entregou à invalidez ou pediu aposentadoria.

A aparência pessoal do apóstolo Paulo foi-nos conservada pela tradição como um “homem de pequena estatura, calvo, tendo as pernas tortas, forte, de sobrancelhas cerradas, com o nariz ligeiramente pronunciado e cheio de encanto” (Buckland,1999). Um satírico pagão também fala dele como sendo de “larga fronte e nariz levemente pronunciado”.

Paulo além de fraca aparência e uma idade avançada portava uma deficiência física que ele chamava de “espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear " (2Cr 12.7,8).

Sabemos que todo sofrimento provém do Diabo, mas também “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Paulo encontrou neste infortúnio pessoal a mão bondosa de Deus: “a fim de que não me exalte”. Então, o Senhor responde as orações de Paulo por sua cura: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9).

A resposta de Paulo à vontade de Deus é um consolo para todas as pessoas com deficiência: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. [...] Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (v. 9,10).

A deficiência de um cristão antes de ser uma fraqueza, é na verdade “o poder de Cristo” que o faz ser “forte”.

Pessoa com Deficiência: o exemplo de Moisés

Postado por Roberto Marques,

"Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.” (Ex 4.10-12)

Não podemos confundir limitação com impossibilidade.

Moisés foi chamado por Deus para libertar o povo de Israel. Em frente à sarça ardente, relutando contra o chamado que Deus lhe fazia, sentindo-se limitado para tão grandiosa tarefa, em um determinado momento ele diz: “Ah, Senhor! eu não sou eloqüente, nem de ontem, nem de anteontem, nem ainda desde que tens falado ao teu servo; porque sou pesado de boca, e pesado de língua." Ao que lhe replicou o Senhor: "Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar.” (Êxodo 4:10-12).

Deus assumiu a responsabilidade pela deficiência de Moisés. Mas também o sucesso da missão que lhe foi confiada.

O mais interessante é que Deus não vê atraso mental, nem cegueira, nem surdez como uma deficiência que impede a missão da pessoa no mundo. Ele não vê o problema de fala de Moisés como impedimento para que ele fizesse a obra para qual estava sendo chamado. Deus promete não só acompanhá-lo, mas a ensinar o que a sua boca deveria dizer. O sucesso de Moisés na vida não dependia de suas próprias habilidades, mas de Deus que estaria com ele.

Se Deus usou um homem que era pesado de língua e de fala para libertar o povo de Israel da escravidão, fará o mesmo com cada um que se coloque em Suas mãos.

Crê você nisso?

Pessoa com Deficiência e a Graça de Deus

Postado por Roberto Marques,

“A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9).

Uma ilustração da graça de Deus é a história bíblica do deficiente físico Mefibosete. Após a morte de seu avô Saul e seu pai Jônatas, em vez de ser morto como era o costume da época, teve todos os bens da família restituídos por Davi, graças a uma aliança que o rei fizera com Jônatas antes da sua posse (1Sm 9.20.12-17). Também quando participamos da Nova Aliança com Deus, mediante o sangue de Jesus, nos tornamos semente de Abraão e herdeiros de todas as promessas feitas a ele (Gn 3.16,29).

Em Cristo não dependemos de nossas qualidades físicas ou financeiras para receber as bênçãos divinas na nossa vida familiar, acadêmica ou profissional. Precisamos compreender que todos nós temos algum tipo de deficiência (mental, física, moral ou social). Ninguém é perfeito e todas as bênçãos chegam até nós somente pela graça, através dos méritos do nosso Senhor Jesus Cristo.

Em Romanos 5.6-8, Paulo nos descreve como seres sem qualquer atrativo, indignos, fracos, incapazes, rebeldes, filhos da desobediência. E é para esse tipo de pessoa que o Senhor oferece Sua maravilhosa graça. Deficientes pela queda, esbofeteados pelo Maligno, somos elevados à condição de pessoas perfeitas, não por nosso merecimento ou qualidades, mas pela maravilhosa graça de Deus.

O próprio apóstolo Paulo tinha uma deficiência. O Senhor responde as orações por cura da seguinte maneira: “A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9). Paulo encontrou em seu infortúnio pessoal a mão bondosa de Deus. Sua resposta é um consolo para todas as pessoas com deficiência: “De boa vontade pois me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (v. 9,10).

A deficiência de um cristão antes de ser uma fraqueza, é na verdade “o poder de Cristo” que o faz ser “forte”.

Receba agora esse poder você também.

“E acontecerá, depois, nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos jovens terão visões, e sonharão vossos velhos.” (At 2.17; cf. Jl 2.28).

Multidões de trabalhadores estão infelizes, presos a carreiras frustrantes, sem motivação, vivendo e morrendo sem descobrir o que vieram fazer no mundo. Muitos envelhecem pobres e doentes ansiando por uma “aposentadoria” que, longe de ser libertadora, se constitui o início do fim.

O conceito de deixar uma pessoa idosa, porem capaz, “de escanteio” não é bíblico. Enquanto a pessoa é capaz física e mentalmente, não há base bíblica para se aposentar e se tornar improdutiva. A idade avançada não é obstáculo para continuar o trabalho que o Senhor deseja que se realize.

Um estudo feito pela Universidade Harvard que apóia essa perspectiva bíblica. Sete em cada oito homens que se aposentaram aos 65 anos estavam mortos antes dos 75 anos. Apenas um em cada sete homens que continuavam a trabalhar aos 75 anos tinha morrido. A conclusão dessa pesquisa foi que “a probabilidade de alguém viver por 10 anos (ou mais) após uma aposentadoria precoce fica reduzida em seis vezes!”1 Segundo Valério Albisetti, “em estudos mais recentes, notou-se que nos primeiros anos depois da aposentadoria aumenta a porcentagem de infartos e câncer”.2

Muitos desses inativos tentam preencher o tempo ocioso em diversões em viagens. Quase todos, porém, logo cansam de uma coisa e outra, entregando-se, por fim, ao alcoolismo, à jogatina e a degradação moral que levam à ruína espiritual, física e material. Cedo caem no tédio, tornando-se inquietos, irritadiços ou hipocondríacos Perde-se a paz interior e a morte é uma questão de tempo.

Muitas pessoas se aposentam em idade ainda produtiva em busca de uma vida de lazer. Mas em hipótese alguma um ser humano deve condenar-se à completa ociosidade, que é a pior coisa que alguém pode desejar para si.

Trabalhar arduamente e se sacrificar durante anos sob toda sorte de privações, com o pensamento de que “aproveitarão a vida” quando “se aposentarem” é um grave erro.

1. Larry Burkett. Negócios à luz da Bíblia. Pompéia: Universidade da Família, 2006, p. 344.
2. Valerio Albisetti. Trabalhar com o coração e viver bem na empresa. São Pulo: Paulinas, 2006, p. 38.

“Na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes” (Sl 92.14).

Passamos a maior parte do tempo envolvidos em nossas atividades profissionais. Se estivermos fazendo o que não gostamos, o trabalho passa a ser uma rotina tediosa e sufocante. Então, o sonho da “aposentadoria” passa a ser a única esperança de libertação de uma vida profissional medíocre e infeliz.

Bíblia registra exemplos de homens e mulheres que, a despeito da idade avançada, fizeram grandes proezas (Js 15.14; Gn 12.1; Ex 5.1; Lc 1.36). Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos quando fez a sua última viagem missionária. Todos os homens de Deus foram produtivos até o último momento de suas vidas.

Portanto, a idade avançada não é desculpa para a ociosidade. A História nos apresenta o testemunho de pessoas que, em idade avançada, realizaram grandes façanhas. O escritor alemão Goethe (1749-1832) acabou de escrever “Fausto”, a mais famosa de suas produções literárias, aos 83 anos, às vésperas da sua morte; Michelangelo (1475-1564), o famoso artista italiano, aos 89 anos ainda continuava produzindo obras de arte; Rockefeller (1839-1937), célebre milionário norte-americano, aos 90 anos continuava na direção de suas empresas; Marechal Rondon (1865-1958), ilustre sertanista brasileiro, morreu aos 92 anos em plena atividade profissional. O internacionalmente conhecido arquiteto Oscar Niemeyer (1907- ), ao completar 100 anos de idade continuava à frente de vários projetos no país e no exterior.

Na Bíblia velhice não é sinônimo de rabugice, desistência, falência, inutilidade, morte. A velhice também é tempo de sonhar (Joel 2.23). O salmista Davi, inspirado por Deus, confirma esta verdade quando diz que “na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes” (Sl 92.14).

Aposentadoria: o trabalho é vitalício

Postado por Roberto Marques,

“No suor do rosto comerás o teu pão, até que torneis à terra,...” (Gn 3.19).

É interessante notar que as Escrituras Sagradas não falam em aposentadoria e nem dá exemplo de pessoas que se aposentaram. A única referência à aposentadoria em toda a Bíblia é encontrada em Números 8.25, que apenas “delimita” o tempo de serviço na tenda da congregação: dos 25 aos 50 anos. Quando a idade limite era completada, assumiam outras atividades relacionadas ao tabernáculo, mas não parava de trabalhar.

Não temos nenhum homem de Deus do qual a Bíblia diz: “e aposentou-se Abraão, Moisés, Josué, Calebe, Paulo, depois de muito trabalhar na vida”, passando somente a viver de rendas. Pelo contrário, a Bíblia registra que todos os homens de Deus foram produtivos até o último momento de suas vidas (Js 15.14; Gn 12.1; Ex 5.1; Lc 1.36). Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos quando fez a sua última viagem missionária.

Os homens de negócio, em vez de interromper suas atividades profissionais bruscamente, ao atingirem certa idade, devem diminuir o ritmo de suas ocupações ou o peso de suas responsabilidades, repartindo-as com seus auxiliares ou sucessores, adquirindo, ao mesmo tempo, algum outro interesse que promova um tipo de exercício físico, mantenha a mente ocupada e proporcione o prazer de ser útil.

Os assalariados, ao aposentarem-se, devem encontrar uma ocupação leve, porém proveitosa, que preencha saudavelmente o tempo e, ainda, se necessário, sirva como complemento financeiro ao benefício previdenciário.

Na Bíblia velhice não é sinônimo de rabugice, desistência, falência, inutilidade, morte. A velhice também é tempo de sonhar (Joel 2.23). O salmista Davi, inspirado por Deus, confirma esta verdade quando diz que “na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes” (Sl 92.14).

Segundo a Palavra de Deus, o trabalho é vitalício, dura enquanto durar a vida. Somente a morte põe fim à nossa missão no mundo.

O conceito errôneo de que algumas pessoas fazem trabalho sagrado para Deus enquanto o resto de humanidade faz trabalho secular é muito antigo. No pensamento ocidental esta idéia vinda da filosofia grega sempre ensinou que qualquer trabalho físico deveria ser escolhido pelo próprio homem, que definiria como passar o seu tempo. Os escravos faziam o trabalho servil, enquanto os homens livres gastavam o tempo em coisas da mente: religião ou filosofia.

Confúcio, com grande influência na filosofia ocidental, ensinou praticamente a mesma coisa. Esta noção confusa tem atingido a igreja com a conclusão de que “atividades seculares" são tidas como um entrave no que diz respeito ao desenvolvimento espiritual da pessoa.

Aceitar o secular/sagrado, invariavelmente leva os cristãos a serem atingidos pelas demandas de dois mundos. De um lado, você sente a necessidade de se tornar parte de seu trabalho. De outro, as correntes mais comuns dizem que você está desperdiçando seu tempo e que devia estar buscando a Deus. É difícil conviver com o sucesso se você permitir que estas forças dominem seu coração.

Como podemos então pensar seriamente a respeito de Deus se dedicamos a maior parte do tempo, talento, recursos e energia em coisas seculares sobre as quais imaginamos que Ele não tenha nenhum interesse? Dorothy Sayers fez a pergunta deste modo: “Como alguém pode permanecer interessado em religião se não tem nenhuma preocupação desse tipo em relação a nove décimos de seu dia-a-dia?”.

O que a Bíblia ensina? O panorama bíblico não abre espaço para o pensamento dualístico secular-sagrado. Diferentemente dos indiferentes deuses do pensamento antigo, o Deus da Bíblia está ativamente envolvido em Seu mundo. Ele tomou parte na criação. A linguagem bíblica usada para descrever o trabalho divino da criação é física e terrena. “Quando o Senhor Deus fez a Terra e os céus... formou o homem soprando em suas narinas o fôlego da vida, e o homem se tornou um ser vivente. Formou um jardim na parte oriental do Eden e ali põe o homem que Ele formou” (Gênesis 2:4, 7, 8).

O apóstolo Paulo reitera a posição de Deus sobre o local de trabalho. Nos dias de Paulo, a força dos escravos dada as medidas da mão-de-obra. Em lugar de usar expressões como empregado e empregador, como usamos hoje, ele os chamou de escravos e mestres.

- Vós, servos, obedecei em tudo a vossos senhores segundo a carne, não servindo só na aparência, como para agradar aos homens, mas em simplicidade de coração, temendo a Deus. E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis" (Colossenses 3:22-24).

Se você estiver vivendo com um trabalho meio-a-meio secular-sagrado, então você terá que fazer uma escolha: embora mantendo essa atividade você se afastará tanto quanto possível das "coisas mundanas"; ou você esquecerá Deus e seguirá atrás do sucesso, como o mundo define isto. Tentar viver em ambos os mundos pode se tornar algo muito difícil. Não importa qual seja o seu trabalho, Deus pode e o usa quando você age com honra e integridade.

Walt Larimore

Fonte: Trecho do artigo “Empregado por Deus”. Tradução Herci. Capturado em 01/12/2009. Disponível em: http://www.quemtemsedevenha.com.br/empregado_por_deus.htm

Deus no local de trabalho

Postado por Roberto Marques,

"E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens" (Colossenses 3:23).

"Podemos transformar um trabalho ordinário em uma missão extraordinária se percebermos que Deus nos colocou em nosso trabalho como uma oportunidade para influenciar outros para Seu reino” - diz Ike Reighard, encarregado do Banco Hipotecário de Atlanta, que trabalhou também como pastor. Ele acredita que nós esquecemos nosso chamado porque misturamos nossos projetos com os de Deus.

Número 1: somos chamados por alguém: Deus. Número 2: somos chamados para fazer algo, e isto é a razão de sermos abençoados. Número 3: somos chamados para algum lugar. A verdade é que temos a propensão de tratar desses assuntos com negligência. Interessamo-nos mais em "para onde" somos chamados do que "por quem somos chamados". Se você fizer isto, então vai começar a pensar: "O único lugar em que posso desenvolver um ministério é na igreja, trabalhando em tempo integral". Mas não é bem assim.

Se os cristãos pensassem assim, então o ambiente dos nossos locais de trabalho mudaria. Nós respeitaríamos nossos colegas de trabalho, vendo-os com os olhos de Deus. No final das contas, diz Reighard, nós nos tornaremos líderes dos nossos empregados - como Cristo disse que devemos ser.

“Os cristãos devem perceber que somos todos chamados, embora nem todo cristão receba o manto do ministério”.

Walt Larimore

Fonte: Trecho do artigo “Empregado por Deus”. Tradução Herci. Capturado em 01/12/2009. Disponível em: http://www.quemtemsedevenha.com.br/empregado_por_deus.htm

O cristão no ambiente profissional

Postado por Roberto Marques,

O tempo passou rápido, e quando ele menos esperava, já estava se aposentando. A empresa, como de costume, promoveu uma festinha de despedida. Enquanto cada colega fazia seu discurso de homenagem (inclusive o chefe), ele notou que várias pessoas sussurravam entre si, acenavam ou sorriam quando cruzavam o olhar. Em que estariam pensando? Que tipo de comentários poderiam estar fazendo a seu respeito? E os elogios que ouvia? Será que eram sinceros? Enfim: que tipo de testemunho cristão ele deu durante o tempo que trabalhou naquela empresa?

A orientação de Jesus para que seus filhos fossem “sal e luz” é uma das mais abrangentes que deixou. Ela vale para todo lugar, em todo tempo: na vida familiar, no trato com os vizinhos, no convívio com colegas de escola ou faculdade - e não poderia ser diferente nas relações profissionais. Distinguir-se no ambiente de trabalho é um desafio diário que envolve fé, ética, companheirismo, credibilidade, competência e valores.

No livro Fé no Trabalho, Editora mundo Cristão, o dr. Michael Zigarelli, autor e professor de prestígio na área de Administração, se vale dos ensinamentos do Sermão do Monte - as conhecidas Bem-aventuranças - para apontar os princípios que estabelecem o conceito divino de atitude cristã. Com propriedade, o autor os aplica na experiência profissional cotidiana, demonstrando que um bom testemunho profissional é resultado direto de uma espiritualidade bem fundamentada.

Fonte: http://www.submarino.com.br/produto/1/249338/?franq=134562

Você e Deus no Trabalho

Postado por Roberto Marques,

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E maravilharam-se dele.” (Mc 12.17)

Você está no trabalho certo? Está feliz com o seu emprego?

Se o tipo de trabalho que você está desempenhando lhe trouxer um sentimento de estagnação, como se estivesse perdendo o seu tempo e não indo a parte alguma, então existe uma boa chance de não ter encontrado a carreira que Deus tem para você.

O trabalho é parte integrante e fundamental na vida e identidade de uma pessoa.

Não existe alternativa. Devemos ao mesmo tempo seguir a vontade de Deus em tudo o que fazemos e cumprir as nossas obrigações com as autoridades deste mundo. “Se você está em uma posição em que não pode cumprir os dois requisitos de uma só vez, está no trabalho errado".

Acredite. Você pode ser feliz e trabalhar ao mesmo tempo.

Fonte:
Matetea. Site Shvoong . Você e Deus no Trabalho. Publicado em: 17/junho/2007. http://pt.shvoong.com/business-management/management/1619543-voc%C3%AA-deus-trabalho/

"E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor." (Mt 25.21)

Trabalhar é mais que ganhar dinheiro. Tem a ver com a saúde física, mental e espiritual. Afeta relacionamentos, a dignidade e a manutenção da vida. Trabalho gera honra. Sem trabalho se mata, se morre...

O que é vocação? Quando nascemos, nascemos para alguma coisa (Is 49.1; Jr 1.5; Lc 1.42). Deus deu a cada um de nós, sem excessão de ninguém, uma tarefa, um desígnio, uma missão, uma vocação. Vocação (do latim vocare) significa “chamado”. Toda vocação, religiosa ou profissional, é sagrada. No Reino de Deus não existe distinção entre “trabalho secular” e “trabalho sagrado”, sistemas de castas, o conceito de “cidadão de segunda classe”.

Como reconhecer qual é a sua vocação? É simples: o que o entristece, o que você gostaria de resolver? O que o fascina, o que você faz por prazer? O que ocupa o seu pensamento, o seu coração? Estes são sinais que identificam a sua missão no mundo. Os testes vocacionais podem ajudá-lo a identificar suas principais áreas de interesse e conhecer algumas profissões que combinam com sua missão no mundo. Descubra o seu desígnio e dedique-se a ele por completo (1Co 7.20; Rm 8.28).

Como viver da vocação? Saiba de uma coisa: existem necessidades específicas no mundo que somente você pode suprir. Pessoas precisam de você e estão dispostas a pagar pelo que você tem a lhes oferecer. Quando você expressa sua vocação em produtos, processos ou serviços, o resultado natural é a auto-suficiência econômica. Se você estiver no centro do seu chamado, o resultado financeiro será apenas uma conseqüência (Sl 126.5-6; Rm 8.28).

Sucesso é vocação. Sucesso não quer dizer necessariamente ficar rico, mas sentir satisfação pelo que você realiza; é a alegria de saber que o que você faz não está em conflito com a sua natureza e com a vontade de Deus. Que o que você faz, faz por vocação. Por outro lado, se você trabalha apenas pelo sustento, pelo dinheiro, está como que se prostituindo, adulterando, violentando a sua razão de existir, sua vocação, sua missão no mundo. Passa, então, a odiar seu trabalho e a sofrer da síndrome da “segunda-feira” – dor da mente e do corpo por ter que retornar ao trabalho. O “sonho da aposentadoria” passa a ser a única esperança de libertação de uma vida profissional medíocre e infeliz.

Se você quiser dar uma guinada na vida, primeiro reconheça que não está fazendo o que gosta. Segundo, comece uma nova profissão à noite ou nos fins de semana. Exerça sua vocação paralelamente a outra atividade que dê retorno financeiro imediato.

Assim que puder, dedique-se integralmente ao seu desígnio.

Trabalho com propósito

Postado por Roberto Marques,

"E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade..." (Mt 25 15).

Propósito é o que você nasceu para fazer. Uma das coisas mais maravilhosas é trabalhar por vocação. Se você faz o que gosta está em seu propósito. Se não, onde você está é temporário.

Você nasceu para estar livre de estresse. Quando o seu trabalho é vocacionado, ele lhe dá energia. Ele não esgota você. Quando você não está em seu propósito, você está cansado. Entretanto, quando você está em seu propósito, precisam lhe dizer que é sua hora de almoço. Quando você está em seu propósito, você não trabalha mais por um salário. Você trabalha para maximizar o seu potencial.

A Bíblia diz que quando nascemos, nascemos com um propósito, uma tarefa, um desígnio, uma missão, uma vocação. (Is 49.1; Jr 1.5; Lc 1.42). Cada um de nós, sem exceção de ninguém, recebeu de Deus uma vocação. Ela é dada a cada um separadamente. A vocação que recebemos é exclusiva, não é o que outra pessoa recebe. Em outras palavras, o que você nasceu para fazer não é a mesma coisa que eu nasci para fazer.

Propósito é a vontade de Deus no homem. Você nasceu para um propósito, e Deus o colocou em você. É por isto que a palavra vocação (do latim vocare) quer dizer “chamado”. Portanto, se você não está na sua vocação, algo está faltando no mundo para torná-lo um lugar melhor.

Saiba de uma coisa: quando você expressa sua vocação em produto, processo ou serviço, o resultado é a auto-suficiência econômica. Existem necessidades específicas no mundo que somente você pode suprir. Se você estiver no centro do seu chamado, o resultado financeiro será apenas uma conseqüência (Sl 126.5-6; Rm 8.28).

Não importa quantos passos você deu na direção errada. É possível concluir uma faculdade e gastar milhares de reais estudando a profissão errada. Quando você finalmente consulta a Deus, você descobre que o que você estudou não está relacionado ao que Ele espera que você faça. É um erro ser perfeitamente educado na coisa errada. É uma tragédia trabalhar fora da vontade de Deus.

Pense em sua vocação como “um chamado de Deus”, com “missão de vida”, e construa seu sacerdócio, profissão, carreira ou negócio em torno dele.

Milagre do Sucesso: como pode acontecer

Postado por Roberto Marques,

“E, quando acabou de falar, disse a Simão: faze-te ao mar alto, e lançai as vossas redes para pescar... E, fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes, e rompia-se-lhes a rede.” (Lc 5.4- 6)

Deus não age arbitrariamente, a Seu bel-prazer. Ele não deixou o homem à deriva, sem uma carta de viagem. Ele também não faz acepção de pessoas, preferindo uns a outros. Deus criou leis superiores e perfeitas, que tornam a vida justa e equânime.

Uma das leis universais é a “Lei do Sucesso”: se você for ao mar alto, e lançar as suas redes para pescar, colherá uma quantidade tão grande de peixes que sua rede vai romper. Essa lei vale para todas as pessoas, e não para um grupo de privilegiados.

Deus, portanto, age através das leis que Ele mesmo estabeleceu. Toda ação contém um resultado igual ou superior. Não existe sucesso sem trabalho.

Sucesso (colher uma grande quantidade de peixes) é efeito de um trabalho (ir ao mar alto e lançar as suas redes para pescar). Cada um é efeito da sua própria causa. Portanto, não há privilegiados diante de Deus, não há injustiças, porque não há sucesso sem a ação correspondente.

A maneira como Deus realizará o milagre e imprevisível. Pode ser por milhões de maneiras inimagináveis. Como se trata de lei divina, infalível, não há porque se preocupar.

Faça a sua parte e Deus fará a dEle. Não queira ensinat a Deus como Ele deve agir. A você cabe ir ao mar alto, e lançar a sua rede para pescar. A Deus pertence encher a sua rede de peixes até transbordar. Esta é a Lei do Sucesso.

Não tente analisar como é que pode acontecer a realização do milagre. Não se preocupe com o tempo, os meios, os modos, pelos quais você verá a solução. Vai acontecer na hora e da maneira certa. Esta é a parte de Deus. É milagre!

Quem conhece a Deus, coloca as premissas das Suas leis corretamente e descansa tranqüilo, feliz, na alegre expectativa.

Faça você o mesmo.

Aqui gratuitamenteCURSO "A LEI DO SUCESSO"

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