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Mostrando postagens com marcador Trabalho e Idolatria. Mostrar todas as postagens
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“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17.5).

Todo ser humano gostaria de ter uma vida marcada pela estabilidade, previsibilidade e proteção. Mas a realidade hoje é outra. Segundo José Pastore (2009): “[...] a vida segura está ficando cada vez mais longe. O velho emprego fixo, que a pessoa exercia anos a fio na mesma firma, e nele se aposentava, é quase peça de museu.”

No novo mundo globalizado em que vivemos as leis de proteção ao emprego não valem mais quase nada. A realidade brasileira é um exemplo de que o mercado de trabalho está desamparado. Ninguém mais está seguro em lugar nenhum. Da noite para o dia milhares de trabalhadores são despedidos sumariamente. Para quem tem mais de quarenta anos pode ser o fim do emprego. Quem conseguiu se aposentar terá que viver com um salário que mal dá para os remédios.

Os trabalhadores precisam ser protegidos. Afinal, eles têm família para sustentar, ficam doentes, envelhecem e morrem. Todos deixam viúvas, viúvos, filhas e filhos que precisam de proteção. E de onde virá essa proteção? Com certeza não será de seu patrão ou do Governo, mas de Deus.

Deus é o único que pode sustentar os seres humanos (Hb 1.3), “pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos.” (At 17.28; cf. Sl 36.6; 147.9). Somente em Deus há estabilidade (Ml 3.6) e segurança (Pv 3.26). É de Deus que vem a provisão (Gn 22.14), o socorro (Sl 46.1) e o sucesso (Ne 2.20).

Esse é o grande desafio do trabalhador: trocar a fé na criatura pela fé no Criador (Rm 1.18-25). Nessa trajetória, o seu foco se modifica. Em vez de buscar segurança no homem e em suas instituições, a busca no Senhor.

Para a maioria, “ter um emprego estável” ou “ser um funcionário público” ainda é um ideal de vida profissional. Entretanto, pesquisas mostram que o número de empregos formais diminui a cada dia e as vagas no serviço público estão cada vez mais raras e disputadas. Mais do que isso, o novo mundo do trabalho exige uma nova postura profissional: o empreendedorismo, isto, é, ser patrão de si mesmo.

Aqueles que nasceram e aprenderam a trabalhar no mundo da estabilidade, estão sendo desafiados a viver no mundo sem ela. É uma mudança profunda. Poucos estão fazendo essa travessia.

1. José Pastore. A proteção do trabalho no futuro. http://www.josepastore.com.br/artigos/rt/rt_105.htm. Capturado em: 01/04/2009.

Trabalho e Idolatria: o principal problema

Postado por Roberto Marques,

“Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jr 17.5).

A idolatria cria inúmeros problemas e o principal deles é o afastamento de Deus (Ez 14.4,5).

A partir do momento que a pessoa começa a confiar num ídolo, ela passa a viver para ele e por ele. Com o tempo, a Bíblia vai ficando de lado e não se precisa mais de Deus, porque já existe um emprego que, supostamente, é uma segurança. Isso gera certa independência de Deus; porque o crente já tem o seu ídolo, o seu deus consigo: o emprego – a "estabilidade", o “salário garantido no fim do mês”.

O trabalhador cristão precisa substituir seu culto ao falso deus "Emprego" pela adoração ao verdadeiro Deus Jeová. Tomar a decisão de colocar Deus no centro de sua vida profissional. Não permitir que qualquer coisa criada ocupe o lugar que pertence somente ao Criador. Se afastar de todo trabalho que diminua a importância de Deus em sua vida.

Idolatrar o emprego (coisa comum em nossos dias) é, portanto, além de uma agressão ao bom senso, o descumprimento de um conselho de Jesus (Mt 6.33). Fazer de Deus o primeiro significa deixar de lado idéias, pensamentos e crenças que tirem de Deus a soberania sobre a nossa vida. “Porque todos os deuses dos povos não passam de ídolos; o SENHOR, porém, fez os céus” (Sl 96.5).

Infelizmente, muitos cristãos estão idolatrando ídolos de carne e osso e se esquecem de seguir o único que é inabalável e incorruptível: Jesus. O único realmente que pode lhes dar a segurança que precisam (Hb 1.3; At 17.28).

Quando não se busca estabilidade, segurança e proteção diretamente com Deus o resultado é a escravidão (Ex 20.2,3). Quando se concede um lugar de supremacia a algo ou alguém o fim é o desapontamento e a dor (Jr 17.5 ,6).

Mas está Escrito: “Bendito o varão que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor. Porque é como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano da sequidão não se fadiga, nem deixa de dar frutos.” (jr 17.7,8).

Essa maravilhosa promessa é para você também. Creia.

Trabalho e Idolatria: adorando o deus Dagom

Postado por Roberto Marques,

"Novamente o trasportou a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles. E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu deus adorarás, e só a ele servirás." (Mt 4.8-10).

Na antiguidade, os filisteus, vizinhos de Israel, cultuavam o deus Dagom. Os filisteus esperavam que seu deus lhes concedesse boas colheitas e grandes pescarias, o que significava abundância e prosperidade. O culto a Dagom era celebrado com orgias sexuais, sacrifícios de crianças e festas regadas a álcool e alucinógenos, para conquistar o poder dessa deidade em seu favor.

Hoje a cultura popular não mudou muito. A maioria das pessoas não mais se curva diante de estátuas de pedra ou derramam sangue de crianças em busca de “abundância e prosperidade”. Mas o espírito de Dagom (na verdade Satanás) ainda continua ocupando o lugar central na vida de milhões de trabalhadores. A corrupção, a imoralidade e o sacrifício da família, principalmente dos filhos, continua sendo o preço pago pelo sucesso.

Milhares estão servindo ao Emprego como a um deus que pode lhes trazer o sucesso. Entretanto, assim com aquele deus de antigamente esses trabalhadores se tornam insaciáveis, repugnantes, cruéis e raivosos. O salmista escreveu acerca dos ídolos: “Tornam-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam” (Sl 115.8).

Jesus alertou os discípulos contra esse tipo de ídolatria (Mt 6.24). Um dia Satanás foi a Jesus e mostrou-Lhe “todos os reinos do mundo e a glória deles”, e Lhe disse: “Tudo isso te darei se, prostrado, me adorares” (Mt 4.8,9). Dinheiro, fama e poder. Tudo poderia ser de Jesus se tão somente Ele adorasse o diabo. Mas Jesus ordenou a retirada de Satanás citando as Escrituras: “Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” (v10).

O apóstolo Paulo observou o mesmo fenômeno em seus dias. Por isso, escreveu: “[...] o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável, para praticarem coisas inconvenientes” (Rm 1.28). A lista dessas “coisas inconvenientes” inclui injustiça, malícia, avareza, maldade, inveja, homicídio, contenda, dolo, malignidade, difamação, calúnia, insolência, soberba, presunção, desobediência aos pais, insensatez, perfídia, ausência de afeição e de misericórdia (Rm 1.23,28-31).

Infelizmente, esta também é a triste realidade que se vê imperar no mundo dos negócios em nossos dias.

Trabalho e Idolatria

Postado por Roberto Marques,

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro." (Mt 6.24)

A idolatria não se trata apenas do culto a imagens ou coisas. Ídolo é tudo aquilo em que depositamos grande confiança. Segundo Roosevelt Silveira (2009): “É possível idolatrar-se um emprego [...], o que faz com que Deus perca a primazia.”1 A isso podemos chamar de EMPREGOLATRIA, ou seja, o culto ao emprego.

Se o trabalhador deposita sua segurança e estabilidade no seu "patrão" ou na "estabilidade do seu emprego", é idolatria. Quando depositamos toda a nossa confiança numa “carteira assinada” ou num “concurso público”, que em essência são bons vínculos de trabalho, eles passam a rivalizar com Deus, nos tornamos idólatras (Mt 6.24; Fp 3.19; Rm 16.18). O “emprego estável” pode ser corretamente visto como uma espécie de "idolatria dominante na cidade" (Atos 17.16).

Quando não se busca estabilidade, segurança e proteção diretamente em Deus o resultado é a escravidão (Ex 20.2,3). Quando se concede um lugar de supremacia a algo ou alguém o fim é o desapontamento e a dor (Jr 17.5).

Deus é o único que pode sustentar os seres humanos (Hb 1.3) “... pois nele vivemos, e nos movemos, e existimos, ...” (At 17.28; cf. Sl 36.6; 147.9). Somente em Deus há estabilidade (Ml 3.6) e segurança (Pv 3.26). É de Deus que vem a provisão (Gn 22.14), o socorro (Sl 46.1) e o sucesso (Ne 2.20). Deus é o único que realmente pode dar ao trabalhador a segurança de que precisa.

Em várias passagens do Evangelho, Jesus critica a excessiva solicitude para com as coisas temporais (Mt 6.25), em particular com o trabalho, dando, com a sua divina autoridade, a segurança de que se os trabalhadores buscarem a Deus em primeiro lugar “tudo” lhes será dado por acréscimo (Mt 6.33).


1. Roosevelt Silveira. Idolatria. http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=118&menu=2& submenu=9. Capturado em: 01/04/2009.

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