No dia seguinte João viu Jesus
aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do
mundo!”
(João 1.29)
(João 1.29)
Sim, há mais de 2000 anos Cristo veio tirar o pecado do mundo. Infelizmente, muitos ainda hoje continuam a carregá-lo como um fardo pesado de dor e culpa.
Na cruz, quando Jesus Cristo disse "Está consumado", e
expirou, terminou a era da lei e do pecado. Sua morte pôs fim à lei (Rm 10.4). Onde não há lei, não há pecado e culpa
pelo pecado (Rm 5.13). Uma verdade confirmada pelo apóstolo Paulo: “Portanto,
agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Se
não há condenação, é porque já não existe pecado.
O primeiro Adão colocou em pecado a raça humana que foi expulsa do Paraíso
de Deus; mas apareceu o último Adão, Jesus Cristo, e a recolocou novamente em justiça,
abrindo novamente as portas do Paraíso. Como está Escrito: “Logo, assim como por
meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim
também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos” (Rm 5.19).
O sacrifício de Jesus na cruz nos colocou na posição de mortos ao
pecado (Rm 6.2). Um morto não pode pecar, não tem dívidas, nossa conta está
paga, nosso espírito limpo. Agora Deus te vê como te criou no início e o
colocou no Jardim do Éden, perfeito, sem mancha e sem ruga. Isso, por uma só
oferta: o sangue de Jesus Cristo (Hb 10.14).
E os erros que cometemos após aceitarmos a Cristo? É somente isso mesmo:
ERROS, o que Paulo chamou de MAL. “Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não
quero fazer, esse eu continuo fazendo” (Rm 7.19). O mal não é pecado. O mal que fazemos é produto da carne que é
fraca, do velho homem que está viciado e que nos humilha e por suas consequências
haveremos de pagar na carne (Rm 7.24). O rei Davi, por exemplo, cometeu assassinatos
e adultérios, mas ainda continuava sendo um “homem segundo o coração de Deus”.












