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CRISTO TIRA O PECADO DO MUNDO

Postado por Roberto Marques,



No dia seguinte João viu Jesus aproximando-se e disse: “Vejam! É o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” 
(João 1.29)
      





    

     Sim, há mais de 2000 anos Cristo veio tirar o pecado do mundo. Infelizmente, muitos ainda hoje continuam a carregá-lo como um fardo pesado de dor e culpa.

     Na cruz, quando Jesus Cristo disse "Está consumado", e expirou, terminou a era da lei e do pecado. Sua morte pôs fim à lei (Rm 10.4). Onde não há lei, não há pecado e culpa pelo pecado (Rm 5.13). Uma verdade confirmada pelo apóstolo Paulo: Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Se não há condenação, é porque já não existe pecado.

     O primeiro Adão colocou em pecado a raça humana que foi expulsa do Paraíso de Deus; mas apareceu o último Adão, Jesus Cristo, e a recolocou novamente em justiça, abrindo novamente as portas do Paraíso. Como está Escrito: Logo, assim como por meio da desobediência de um só homem muitos foram feitos pecadores, assim também, por meio da obediência de um único homem muitos serão feitos justos” (Rm 5.19).

     O sacrifício de Jesus na cruz nos colocou na posição de mortos ao pecado (Rm 6.2). Um morto não pode pecar, não tem dívidas, nossa conta está paga, nosso espírito limpo. Agora Deus te vê como te criou no início e o colocou no Jardim do Éden, perfeito, sem mancha e sem ruga. Isso, por uma só oferta: o sangue de Jesus Cristo (Hb 10.14).

     E os erros que cometemos após aceitarmos a Cristo? É somente isso mesmo: ERROS, o que Paulo chamou de MAL. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo” (Rm 7.19). O mal não é pecado. O mal que fazemos é produto da carne que é fraca, do velho homem que está viciado e que nos humilha e por suas consequências haveremos de pagar na carne (Rm 7.24). O rei Davi, por exemplo, cometeu assassinatos e adultérios, mas ainda continuava sendo um “homem segundo o coração de Deus”.
    

Trabalho e Morte

Postado por Roberto Marques,

“O último inimigo que será vencido é a morte” (I Co 15.26).

Podemos não ter certeza se iremos casar, ter filhos, abrir um negócio ou fazer fortuna, mas uma coisa é certa: morreremos. A morte pode chegar hoje ou daqui a sessenta anos. Dela ninguém escapa. Todos a experimentarão, mais cedo ou mais tarde.

O filósofo Michel de Montaigne disse, com razão, que “quem ensinasse os homens a morrer os ensinaria a viver”. Em refletindo sobre a morte, na verdade quermos refletir sobre a vida.

Somente com uma clara e constante consciência da nossa condição de mortais, finitos, contingentes, vulneráveis é que podemos viver intensamente e apreciar realmente a vida. Não desperdiçando o pouco tempo de que dispomos, porque cada instante é irrecuperável; e revendo as prioridades e valores de nossa existência como o acúmulo de posses e cuidados cotidianos, dos quais freqüentemente somos escravos.

O nosso último inimigo é a morte. Por duas razões principais: (1) A morte é última provação que teremos que enfrentar; (2) Na morte encerram-se todas as oportunidades de salvação.

Na parábola do Rico Insensato (Lc 12.16-19), Jesus nos ensina uma importante lição: é loucura viver sem pensar no dia da nossa morte. A Bíblia afirma de somos mortais (Jó 30.23; Rm 8.11; Tg 4.140), mas o dom da imortalidade está ao nosso alcance em Cristo Jesus (2Tm 1.10;1Co 15.22,54; Jo 3.16).

O saudoso Ayrton Senna, piloto brasileiro de Fórmula 1, disse em 1991, durante uma entrevista: “Eu sou feliz! Serei plenamente feliz, talvez, se chegar com sabedoria aos 60 anos. De qualquer forma, ainda tenho muita vida pela frente”. Que lástima! Ayrton Senna faleceu três anos depois, em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, num terrível e inesperado acidente automobilístico.

Amigo empresário, a morte não é privilégio ou desgraça particular de ninguém. Ela sobrevém a todos, sem exceção. Então, diante da certeza da brevidade da vida, por que não rever seus valores, conceitos e prioridades?

Trabalho e Salvação

Postado por Roberto Marques,

“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma?” (Mt 16.26).

Se por um lado é certo que devemos trabalhar para ser um sucesso em nossa profissão ou negócio, contudo, não podemos viver sem as coisas essenciais à manutenção da vida: felicidade, saúde, amor e salvação.

Sucesso sem felicidade é corpo sem vida. Sucesso é alcançar o que você quer. Felicidade é querer o que você alcançou. Não deixe para ser feliz no futuro. Seja feliz hoje com o que você já conseguiu (1Ts 5.18).

Sucesso sem saúde é péssimo negócio. Quem busca desesperadamente o sucesso, sem descanso, com vícios, sem tempo com a família, sem lazer, descuidando da saúde, é um tolo. Sucesso só é perfeito com saúde (3Jo 2).

Sucesso sem amor não vale à pena. Existe uma falsa crença que “feliz nos negócios – infeliz no amor”. Para muitos o amor é incompatível com o sucesso. Mas o sucesso nunca será completo se não existir o amor. Amar é a essência da vida (1Co 13.1-3).

Sucesso sem salvação é loucura total. Conquistas materiais são importantes e necessárias à nossa subsistência e felicidade, mas são coisas instáveis, perecíveis, finitas. O Céu é uma realidade que dinheiro algum no mundo pode comprar (Mt 6.19,20).

Nenhum sucesso material, portanto, justifica o fracasso na vida pessoal, familiar e espiritual.

Caro empresário, não quer você aproveitar o que de melhor o mundo tem a oferecer e ainda ganhar a vida eterna? Sim, isto é possível em Cristo Jesus!

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