Pesquisar no Blog

Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to RussianGoogle-Translate-Portuguese to Spanish

SUCESSO É UMA COLHEITA

Postado por Roberto Marques,

     “Fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes, e rompia-se-lhes a rede.” (Lucas 5.6)

     Sucesso não é uma decisão de Deus. Ele não decide quem vai ter sucesso ou não. Se assim fosse, todas as pessoas boas seriam bem-sucedidas. Na realidade, não é o que acontece.
     Muitos crentes salvos espiritualmente vivem em total fracasso profissional. Por outro lado, não são poucos os ímpios que experimentam extraordinário sucesso profissional, simplesmente porque aplicam a Lei da Semeadura, conforme orienta a Bíblia.
     Sucesso é lei universal. É para todos. Sucesso não é obra do acaso, não ocorre como passe de mágica, não é resultado de fórmula milagreira. Sucesso não é sorte, destino e nem privilégio. Sucesso é uma colheita. Sucesso é resultado de algo que você planta. Não haverá colheita se a não houver semeadura.
     O texto diz que Simão FEZ A SUA PARTE e o milagre aconteceu. “Fazer” a nossa parte é condição para que o sucesso ocorra. A expressão “colheram” indica claramente que se plantarmos certamente colheremos (Sl 126.5,5; Gl 6.7). O homem faz a sua parte, Deus a dEle. O milagre acontece. É promessa. É lei!
     Sim, é pelo poder de Deus que o milagre acontece.É Deus o responsável por encher a sua rede de peixes. É por meio da Providência que eles se ajuntam em cardumes e se deixam prender.

O Sucesso Profissional na visão de Reino

Postado por Roberto Marques,

     A história da Pesca Maravilhosa (Lc 5.1-11) nos apresenta uma curiosa situação que ocorreu após o milagre. A história do pescador Simão não termina com ele fazendo uma grande pescaria. O texto diz: “E fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para que os fossem ajudar” (v7)
     A pesca foi tão abundante que Simão e seu irmão, André, se viram em perigo de naufragar. Se rapidamente não pedissem ajuda, afundariam com a preciosa carga.
     O ser humano é egoísta por natureza. De uma maneira geral, as pessoas procuram acumular riquezas negligenciando as necessidades do próximo. Por isso, o Senhor não deixou exclusivamente nas mãos do homem o partilhar as bênçãos recebidas. Ele sabe que com raras exceções, isto seria feito.
     Assim, quem alcança o verdadeiro sucesso é “forçado” a partilhar. É “obrigado” a dividir suas bênçãos com os outros. É “constrangido” a pedir ajuda.
     Quando, por exemplo, alguém prospera nos negócios precisa necessariamente expandi-lo: contratar funcionários, comprar mercadorias, utilizar serviço de terceiros, pagar mais impostos etc. O abençoado torna-se uma bênção, mesmo sem a intenção de ser. É obrigado a abençoar. Tem que compartilhar ou perde a benção.
     O Evangelho do Reino, pregado por Jesus, incluía a transformação do ambiente de trabalho (Lc 4.43; Mt 6.33). Quando trabalhamos pelo bem estar social, testemunhamos a quem servimos (Mt 5.16; Tg 2.17). Numa visão de Reino, o seu sucesso inclui o sucesso do próximo.

Trabalho em presídios

Postado por Roberto Marques,

     A Bíblia ensina que é possível se ter uma vida profissional abençoada mesmo numa prisão, como foi o caso de José (Gn 39. 20-23).
     O senhor estava com José no cárcere “e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava.” (Gn 39.23). As bênçãos do Senhor vieram sobre José, enquanto ele TRABALHAVA, e, não enquanto esperava de braços cruzados. José ocupava seu tempo fazendo o bem, sendo útil.
     Trabalho é princípio bíblico válido também para os apenados (Gn 3.19; Jo 5.17; 2Ts 3.10). Na verdade, o processo “prisão-reintegração” está intrinsecamente ligado ao trabalho.
     Atualmente existem vários negócios especialmente criados para serem administrados em presídio (oficinas, espaços artísticos, pequenas fábricas etc.) gerando renda e incentivo à redução penal. Mas existe também outro tipo de trabalho que agrada ao Senhor: o serviço voluntário (ensino, enfermagem, concertos, limpeza, etc.).
     Remunerado ou não, o trabalho no presídio deve ser feito “de todo coração, como ao Senhor e não aos homens, sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis” (Cl 3.23,24).
     A recompensa sempre virá do Senhor. Creia!



Os jovens e o trabalho

Postado por Roberto Marques,

          Conseguir o “primeiro emprego” é um drama para a maioria dos jovens. As ofertas de emprego exigem experiência anterior, e o jovem se pergunta: “Como vou apresentar experiência se ainda não consegui adquiri-la?”.
          A busca pelo “primeiro emprego” deve, na verdade, ser substituída pela procura pelo “primeiro trabalho”. Aprender um ofício deve ser o primeiro passo. Quem quer começar com “carteira assinada”, com um “bom salário” ou numa “empresa grande” poderá ficar esperando para sempre.
          Muitos homens de sucesso iniciaram cedo como engraxates, camelôs, balconistas ou office-boys e alcançaram reconhecimento e fortuna. Outros tantos trabalharam de graça em troca de aprenderem um ofício. Quantos jovens estão dispostos a começar por aí?
          Grandes realizações começam com pequenos feitos.
          Trabalhar como aprendiz, servente ou assistente de alguém pode ser um ótimo começo – como foi para José, Samuel, Davi, Daniel e o do próprio Senhor Jesus que aprendeu o ofício de carpinteiro com seu pai José (Gn 37.2; 1Sm 2.18; 16.11; Dn 1.4,6; Mt 13.55; Mc 6.3).
          Jovem, você não pode esperar que as coisas aconteçam. Você tem que fazer as coisas acontecerem!

Related Posts with Thumbnails

Loja Virtual

Visitas (09/2010)

Compartilhar

Share |