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As Cinco Maneiras de Pagar a Dívida do Pecado

Postado por Roberto Marques,

“Porque o salário do pecado é a morte...”
(Romanos 6.23)
A necessidade de expiar pecados é uma crença arraigada no inconsciente da humanidade. A maioria das religiões ensinam que existe uma “dívida” que precisa ser paga, isto é, expiada. E por causa desse preceito as multidões, no intuito de expiar pecados, enchem os templos religiosos em busca da indulgência que lhes traga paz e salvação ou atraem para si todos os tipos de infortúnios e doenças como meio de autopunição.

É necessário eliminar o pecado
A Bíblia diz que “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23). O pecado introduziu no mundo a desconfiança, a mentira e o medo, e estes a violência, o sofrimento e a morte (Gn 4.8). Para que o homem possa deixar esse maligno mundo de pecado e retornar para o jardim do Éden é nessessário eliminar da sua vida o “pecado”.
Desaparecendo o pecado, não existe culpa e nem a necessidade de punição consequentemente não há sofrimento, dor ou morte, e o mundo do indivíduo volta a ser um lugar de paz, o jardim do Éden, a casa do Pai. Essa é a lógica do Evangelho do Reino que Jesus veio anunciar (Lc 4.43). Sem pecado revelar-se-á o luminoso e dinâmico Paraíso.

Os meios de salvação existentes
Somente aquele que está sem pecado poderá entrar no Reino de Deus. Há duas principais maneiras que as pessoas costumam lidar com as dívidas: (1) negar a dívida e; (2) pagar a dívida. Algumas poucas religiões ensinam que “não existe uma dívida a ser paga”. A maioria, entretanto, pregam que a dívida existe e precisa ser paga com sacrifícios, renúncias e oferendas. Outro grupo ainda, entende que a dívida existe, mas pode ser parcelada entre as muitas “vidas” do devedor através de várias reencarnações.
As religiões utilizam basicamente cinco meios de Salvação, isto é, aniquilamento do pecado:

(1) Salvação por meio da isenção de pecado;
(2) Salvação por meio da autopunição;
(3) Salvação por meio das obras;
(4) Salvação por meio da reencarnação; e
(5) Salvação por meio de um substituto.

Ao assumir um desses cinco meios de salvação, a mente sublima e atinge o estado de completa serenidade, de paz, de salvação, indiferente da crença. A pessoa fica “em paz com Deus”. Mas por que nem todos os meios de aniquilamento do pecado propostos pelas religiões realmente traz a paz e a segurança da salvação?

Salvação por meio da isenção de pecado
Há uma crença de que o pecado não existe. Que o ser humano possui uma natureza divina e, portanto, é essencialmente puro, isento de pecado; prega que eliminado a “ideia de pecado”, a culpa desaparece e praticamente todas as doenças e infortúnios se extinguem. Entretanto, somente duas pessoas até hoje dizem ter tido essa consciência. Uma delas foi Sakyamuni (Buda) que, segundo as escrituras budistas, declarou: “No céu e na terra, sou o ser supremo”. O outro foi Jesus Cristo que chamou a si mesmo de “filho Unigênito de Deus”.

Salvação por meio da autopunição
O desejo (consciente ou não) de redimir pecados leva algumas pessoas a se autopunirem com doenças e desgraças como meio de expiação. Outras buscam ajuda nas seitas religiosas se submetendo a imposições, tais como: pagamento em dinheiro por indulgências, participação em rituais bizarros de flagelação, a prática de penitências, a aceitação da miséria como sinal de santidade. Entretanto, para a pessoa expiar todos os seus pecados, um por um, toda fortuna ou uma única vida seriam insuficientes.

Salvação por meio das obras
   Um meio de salvação pregado por algumas seitas religiosas e a salvação pela obras. A salvação por meio das obras significa ser salvo por esforço pessoal, pelos próprios méritos. A salvação seria uma espécie de recompensa pela fidelidade em certas questões religiosas: zelo à lei, batismo, obediência denomi-nacional, fidelidade nos dízimos, constância na fé, uso e costumes, e muito mais. A obediência seria um sinal de salvação. Entretanto, com o pecado arraigado na alma, é impossível ao homem se libertar de sua servidão ao pecado.

Salvação por meio da reencarnação
Segundo o espiritismo, cada um deve ser o seu próprio redentor por meio do sistema de reencarnação. A salvação, segundo os espíritas, é causada pelo próprio homem através de sucessivas vidas de expiações pelas quais todos chegarão à perfeição final de espírito puro. Ao transferimos a expiação para outra vida, transferimos também os efeitos do pecado para depois. Entretanto, por hoje ainda não estar “totalmente puro”, o indivíduo precisa expiar os pecados passados, isto é, precisa continuar a sofrer na vida presente. Sem falar nas novas dívidas contraídas.

Salvação por meio de um substituto
        Os cristãos recorrem a um substituto que expie os seus pecados. Quando alguém é punido em nosso lugar, a lei da expiação arraigada em nosso consciente absolve-nos e nos livra dos efeitos do pecado. Acreditando que a pessoa que sofreu por nós é uma pessoa enviada por Deus, ou melhor, é a encarnação do próprio Deus, acreditamos também que o nosso pecado não mais existe, torna-se desnecessária a autopunição através do subconsciente. Desta maneira, a nossa salvação é alcançada de forma gratuita e imediata.

Tirando o pecado do mundo
Foi necessário que o próprio Deus (Jo 1.1,14) assumisse a natureza humana “a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo” (Hb 2.17). Diz que fez isso para expiar nossos pecados, sofrendo em nosso lugar (1Co 15.3;1Jo 2.2;4.10). Contudo, não foi para aplacar a “ira de Deus”. Na verdade, foi para facilitar ao próprio homem o processo de aniquilação dos pecados e purificação do subconsciente, erradicando a “culpa pelo pecado”, e com ela as doenças, misérias e infelicidades (Is 53.4;Mt 8.17).

Por que Jesus Cristo?
Precisamos respeitar o fato de que todas as religiões buscam a Deus. Então, por que Jesus Cristo? A resposta é simples: Ele é o caminho mais rápido e mais suave. Segundo a Bíblia, Jesus Cristo é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1.29). O apóstolo Paulo confirma esta verdade: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 6.23).
        Na verdade, quando dizemos que alguém foi “perdoado”, estamos nos referindo ao fato de o seu pecado ter-se extinguido. Uma vez que a pessoa aceita o sacrifício substituto de Jesus Cristo, seu pecado desaparece. “Estar salvo” significa estar sem pecado. Quando o pecado é perdoado e extinto, desparece também o sofrimento que é a expiação do pecado. Assim, pode-se dizer que “nasceu de novo” (Jo 3.3) como filho de Deus e entrou no Reino de Deus. O perdão do pecado é a chave para se entrar no Paraíso.

Pense bem. Se você pode fazer uma longa viagem de avião, por que ir de ônibus? Então, se pode chegar a Deus sem penitências, por que se autoflagelar para alcançá-Lo? Se você pode alcançar a iluminação instantaneamente, porque esperar várias encarnações? Se a salvação é de graça, por que pagar por ela?

Pregar o evangelho é pregar uma “boa notícia”, não a intolerância religiosa.
Jesus Cristo é a boa notícia de que a DIVIDA JÁ FOI PAGA.
Você aceita o pagamento?

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