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“A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9).

O apóstolo Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos – um ancião para os padrões de sua época, quando fez sua última viagem missionária. Ele precisava da assistência integral de um companheiro de viagem por causa de seu problema de visão. Paulo aqui acumulou a limitação da idade avançada com uma deficiência visual. Mas ele não se entregou à invalidez ou pediu aposentadoria.

A aparência pessoal do apóstolo Paulo foi-nos conservada pela tradição como um “homem de pequena estatura, calvo, tendo as pernas tortas, forte, de sobrancelhas cerradas, com o nariz ligeiramente pronunciado e cheio de encanto” (Buckland,1999). Um satírico pagão também fala dele como sendo de “larga fronte e nariz levemente pronunciado”.

Paulo além de fraca aparência e uma idade avançada portava uma deficiência física que ele chamava de “espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear " (2Cr 12.7,8).

Sabemos que todo sofrimento provém do Diabo, mas também “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28). Paulo encontrou neste infortúnio pessoal a mão bondosa de Deus: “a fim de que não me exalte”. Então, o Senhor responde as orações de Paulo por sua cura: “A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Cr 12.9).

A resposta de Paulo à vontade de Deus é um consolo para todas as pessoas com deficiência: “De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. [...] Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (v. 9,10).

A deficiência de um cristão antes de ser uma fraqueza, é na verdade “o poder de Cristo” que o faz ser “forte”.

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