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Trabalho: a importância da Educação

Postado por Roberto Marques,

“Os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (Pv1:7).

Segundo especialistas, diante das mudanças meteóricas no modo de produzir e vender, a Educação torna-se cada vez mais uma ferramenta insubstituível para quem almeja se consolidar no mercado de trabalho.

As expectativas das empresas em relação à força de trabalho mudaram muito mais rapidamente do que a capacidade dos trabalhadores em se prepararem para atendê-las.

No Brasil, o tempo de estudo tem influência direta no salário do trabalhador, e ele aumenta de acordo com o ciclo educacional. Em algumas regiões do país já se exige do servente de pedreiro o ensino fundamental, do gari o ensino médio e do metalúrgico o ensino superior. Garçons e camareiras precisam apresentar conhecimentos de informática.

Já está provado que o desemprego no Brasil não é causado apenas pela falta de postos de trabalho, mas também pela carência de profissionais capacitados para preenchê-los. As oportunidades de trabalho existem, mas não são aproveitadas. O que é uma terrível contradição na sociedade moderna.

Atualmente, até o setor público têm poucas condições de manter em seus quadros pessoas incapazes e pouco produtivas. Foi-se o tempo do “pistolão” e do “apadrinhamento” para arrumar emprego. As poucas vagas nos concursos públicos são cada vez mais disputadas, por pessoas cada vez mais bem preparadas.

Foi-se também o tempo em que o “diploma” era garantia de emprego; agora é pré-requisito. A lei da oferta e da procura funciona também na hora de arrumar trabalho. Com a expansão do Ensino Médio e do Superior um novo quadro começa a ser desenhado no mundo do trabalho: mais gente matriculada e mais competição profissional. Se o privilégio do diploma não dá mais conta de garantir o sucesso profissional, passa a ser vital repensar o que estamos aprendendo nos cursos.

Hoje, com os incentivos governamentais, apoio de entidades privadas e a tecnologia da internet podemos buscar com facilidade, de graça ou pagando muito pouco, uma boa formação educacional e profissional. A verdade é que, em nossos dias, só não estuda quem não quer.

É com esta nova visão que o trabalhador cristão deve investir em sua educação e formação, tornando-se um profissional liberal competitivo no mercado ou assegurando sua capacidade de se manter empregado pelo maior tempo possível.

Somente pessoas mentalmente desequilibradas insistem em trabalhar sem saber direito o que estão fazendo e se estão tendo lucro ou prejuízo.

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