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Educação: só não estuda quem não quer

Postado por Roberto Marques,

Segundo especialistas, diante das mudanças meteóricas no modo de produzir e vender, a Educação torna-se cada vez mais uma ferramenta insubstituível para quem almeja se consolidar no mercado de trabalho.

O trabalhador no novo mundo precisa estar bem informado. Ele pode contar com Revistas e Livros Especializados, e ainda com a assessoria de instituições de Apoio a Pequenos e Micros Empresários, como o Sebrae, e Profissionalizantes, como o Senai, o Senar, o Senac, dentre outras. O Ensino Supletivo é uma ótima opção para jovens e adultos que estão atrasados em sua educação básica.

Os Cursos Técnicos, integrados ao ensino médio e com duração de quatro anos, preparam os alunos para atuarem nos mais diversos segmentos profissionais. Os Cursos Superiores de Educação Tecnológica são realizados em um tempo médio de dois anos e estão totalmente voltados para os interesses do mercado de trabalho.

Já é uma realidade em nosso país o método de Ensino à Distância (EAD) como alternativa ao sistema convencional presencial (telecursos, cursos on-line, cursos por correspondência etc.). Sem falar nas inúmeras opções disponíveis de escolas e faculdades abertas de Ensino Livre, que não dependem do reconhecimento oficial do Estado.

A Internet é uma escola mundial, aberta vinte e quatro horas por dia, que oferece inúmeros cursos, livros, videocursos e CD-ROMs de treinamento, além dos programas de formação on-line.

O PROUNI - Programa Universidade para Todos -, do Governo Federal, criado em 2004, tem oferecido milhares de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de baixa renda em instituições privadas de educação superior.

O FIES - Programa de Financiamento Estudantil –, criado pelo Governo em 1999, é destinado a financiar a graduação no Ensino Superior de estudantes que não têm condições de arcar com os custos de sua formação e estejam regularmente matriculados em instituições não gratuitas, cadastradas no Programa.

O ENEM é o Exame Nacional de Ensino Médio que foi implantado pelo governo federal em 1998 com a finalidade imediata de aferir a qualidade do ensino médio nacional e que hoje se apresenta como uma alternativa para o critério de seleção de candidatos para o ingresso em algumas universidades nacionais.

O Sistema de Cotas para negros e carentes nas universidades federais foi a maneira encontrada para remendar o descaso de 500 anos de diferenças sociais e raciais que assolam o país e tantos outros anos sem investimento em educação.

Muitas são as opções de institutos estaduais e federais gratuitos, mas que exigem preparo porque a concorrência para ingresso é maior que o número de vagas disponíveis. Apesar das dificuldades, muitos estudantes de baixa renda já conseguiram realizar o sonho de um curso técnico ou superior nessas escolas públicas e hoje exercem atividades produtivas e essenciais na sociedade.

Hoje, podemos buscar com facilidade, de graça ou pagando muito pouco, uma boa formação educacional e profissional.

 A verdade é que, em nossos dias, só não estuda quem não quer.

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