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“Na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes” (Sl 92.14).

Passamos a maior parte do tempo envolvidos em nossas atividades profissionais. Se estivermos fazendo o que não gostamos, o trabalho passa a ser uma rotina tediosa e sufocante. Então, o sonho da “aposentadoria” passa a ser a única esperança de libertação de uma vida profissional medíocre e infeliz.

Bíblia registra exemplos de homens e mulheres que, a despeito da idade avançada, fizeram grandes proezas (Js 15.14; Gn 12.1; Ex 5.1; Lc 1.36). Paulo provavelmente estava com mais de 60 anos quando fez a sua última viagem missionária. Todos os homens de Deus foram produtivos até o último momento de suas vidas.

Portanto, a idade avançada não é desculpa para a ociosidade. A História nos apresenta o testemunho de pessoas que, em idade avançada, realizaram grandes façanhas. O escritor alemão Goethe (1749-1832) acabou de escrever “Fausto”, a mais famosa de suas produções literárias, aos 83 anos, às vésperas da sua morte; Michelangelo (1475-1564), o famoso artista italiano, aos 89 anos ainda continuava produzindo obras de arte; Rockefeller (1839-1937), célebre milionário norte-americano, aos 90 anos continuava na direção de suas empresas; Marechal Rondon (1865-1958), ilustre sertanista brasileiro, morreu aos 92 anos em plena atividade profissional. O internacionalmente conhecido arquiteto Oscar Niemeyer (1907- ), ao completar 100 anos de idade continuava à frente de vários projetos no país e no exterior.

Na Bíblia velhice não é sinônimo de rabugice, desistência, falência, inutilidade, morte. A velhice também é tempo de sonhar (Joel 2.23). O salmista Davi, inspirado por Deus, confirma esta verdade quando diz que “na velhice darão fruto, permanecerão viçosos e verdejantes” (Sl 92.14).

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