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“No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo 16.33).

Muitas pessoas acreditam que Jesus morreu na cruz somente para abençoar o homem com a vida eterna, que, indiscutivelmente, é a maior de todas as bênçãos de Deus. Assim, aceitam sobreviver à dura penas como sinal de espiritualidade e cristianismo. Por outro lado, existem aqueles que crêem que ser cristão é vencer sempre. Afirmam que nenhum filho de Deus pode sofrer ou adoecer, pois isso seria um sinal de incredulidade.

Em João 16.33, Jesus afirma: “No mundo tereis aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. A “Teologia da Miserabilidade” somente ensina a primeira parte do texto: “tereis aflições”. Já a “Teologia da Prosperidade” ensina somente o final: “eu venci”. Para uns a vida é uma permanente derrota, e para outros é só vitória.

O segredo para combater essas deturpações da Bíblia é o conhecimento equilibrado da verdade como ela é em Cristo Jesus: as dificuldades existem, mas com fé podem ser vencidas.

Outro equívoco: algumas religiões orientais ensinam que “a matéria é um mal e que devemos dar as costas às coisas deste mundo”; e, ainda, para muitos espiritualistas “o corpo não tem importância alguma, só servindo de abrigo para a alma”. Precisamos entender que não somos “anjos”, “espíritos” ou “seres glorificados”. Vivemos num mundo real, material, físico. Somos seres de carne e osso, com necessidades e desejos humanos.

E mais: embora o mundo esteja cheio de violência e gente incrédula, ele ainda é um bom lugar para se viver. O problema é que querem nos fazer crer que não vale a pena conquistá-lo. Certamente Deus não fez o mundo para proveito unicamente das pessoas más. A oração de Jesus pelos discípulos não era para que Deus os tirasse do mundo, mas que os livrasse do mal. Não é verdade?

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